No mundo todo, as pessoas estão vivendo mais, de acordo com o relatório anual “World Health Statistics 2019”, publicado pela ONU (Organização das Nações Unidas). Dados divulgados pelo IBGE apontam que em 2018 a expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,3 anos — 3 meses a mais do que em 2017.
Apesar de não existir uma fórmula mágica para vivermos mais e melhor, a ciência nos indica que a adoção de determinados hábitos para a melhora do nosso estilo de vida contribui para retardar, em parte, o processo de envelhecimento e melhorar nossa saúde, permitindo um envelhecimento saudável, ativo e independente. É essencial que fique claro que, mais do que viver longos anos, é necessário que a vida seja vivida com saúde e boa qualidade.
Dessa forma, é possível conservar uma boa saúde, mantendo nossos níveis hormonais regulados e permitindo que todos os processos metabólicos aconteçam plenamente. Por isso, é recomendado fazer exames pelo menos de 2 a 3 vezes ao ano, para que os ajustes necessários sejam feitos de maneira consciente e eficaz. Meu papel como médico é assessorar, orientar e cuidar daqueles que me procuram e desejam melhorar a performance, pensando no futuro onde buscar o bem-estar é uma questão de escolher alguns hábitos.
Quando digo isso, é importante buscar orientação e informação para fazer as escolhas corretas em cerca de 90% do tempo, reservando as indulgências para momentos especiais. Assim, os bons hábitos prevalecem e nosso organismo agradece.