Nos últimos anos, duas estratégias revolucionaram o tratamento da obesidade: as medicações injetáveis, como a semaglutida e a tirzepatida, conhecidas popularmente como “canetas do emagrecimento”, e a gastroplastia endoscópica (ESG), um procedimento minimamente invasivo que reduz o tamanho do estômago sem cortes e sem necessidade de cirurgia tradicional.
As canetas ganharam destaque por oferecerem resultados expressivos na perda de peso, com segurança e relativa facilidade de uso. Elas podem ser indicadas para pacientes que buscam uma alternativa clínica efetiva, mas seu uso contínuo gera custos elevados, já que dependem de aplicação prolongada para manter os resultados.
A gastroplastia endoscópica, por outro lado, tem se mostrado uma opção ainda mais promissora. Estudos recentes demonstram que a Gastroplastia Endoscópica possui resultados eficazes e mantendo perdas de peso sustentadas e com excelente perfil de segurança. Além disso, quando comparada ao uso exclusivo das medicações, a ESG apresenta melhor custo-efetividade: em longo prazo, o investimento único no procedimento se torna mais econômico do que anos de uso contínuo das canetas.
O grande diferencial está na possibilidade de combinar as duas estratégias: pacientes que realizam gastroplastia endoscópica e utilizam medicações como a semaglutida ou a tirzepatida apresentam resultados ainda mais próximos da cirurgia bariátrica, com maior controle do peso e das doenças associadas à obesidade. E o melhor de tudo: sem cortes e com rápido retorno às atividades diárias.
Em resumo, tanto as canetas quanto a gastroplastia endoscópica são ferramentas eficazes, mas a ESG se destaca como uma solução moderna, duradoura e mais econômica, representando um avanço significativo no cuidado com a saúde e qualidade de vida dos pacientes.